Postado por: fatecti | Dezembro 4, 2008

Visita ao INPE - Cachoeira Paulista

Assim como o artigo do Prof. Dr. Alacir Arruda, o TID publicou artigo do Jorge sobre Cidade Digital com Terminais Leves. Clique aqui se deseja visualiar na página do TID - Telecentros pela Inclusão Digital.

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Por Jorge M. dos S. Mendes

Este documento trata do projeto LTSP da Faculdade de Tecnologia de Guaratinguetá (FATEC – GT), em todos seus detalhes e objetivos, e ainda apresenta um guia passo­a­passo de como implementar uma rede de terminais leves com Linux com grande facilidade através da criação de uma distribuição linux específica para este fim, amigável ao usuário e altamente replicável. O projeto tenciona reativar equipamentos descartados como obsoletos, aproveitando todo o poder computacional ocioso de um moderno desktop e aplicar o conceito em benefício da educação em todos os níveis, disponibilizando ferramentas e conhecimento técnico livremente.

Para ler o projeto inteiro do Jorge M. dos Santos baixe o arquivo anexo em PDF

Download aqui

Abaixo transcrevo o artigo do Prof. Dr. Alacir Arruda (Currículo CNPq - Lattes) sobre o Projeto Reciclando Tecnologia publicado pelo TID - Telecentros pela Inclusão Digital.

Para ler na página do TID, este é o link: http://www.tid.org.br/modules/news/article.php?storyid=644

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Coordenador Pedagógico: Alacir Arruda

Resumo:

Este documento trata do projeto RT (reciclando tecnologia), uma parceria da FATEC – Guaratinguetá e a Escola Estadual Prof. Jose Pereira Eboli. O projeto consiste da transferência de conhecimentos por parte da Faculdade de tecnologia de Guaratinguetá para os um grupo de alunos do Eboli, quanto a reativar equipamentos descartados, obsoletos ou em desuso, aproveitando todo o poder computacional ocioso de um moderno Desktop e aplicar o conceito em beneficio da educação nos ensinos Fundamental e Médio, disponibilizando ferramentas e conhecimento técnico livremente. Os alunos do Éboli, agora denominados monitores, serão treinados pelos alunos da Fatec e este conhecimento será usado na Escola.

Objetivos:

Capacitar alunos e professores da Escola Estadual Jose Pereira Éboli a utilizar a tecnologia de terminais leves e softwares livres.

Justificativa:

Devido à grande rotatividade dos computadores pessoais de mesa (desktops) nas organizações privadas ou públicas provocada pela chamada “ditadura do upgrade”, que força uma substituição de todos os computadores ainda em funcionamento a cada três ou quatro anos em função da mudança dos aplicativos ou sistemas operacionais de mercado, muitos computadores são descartados como obsoletos mesmo estando em perfeitas condições de funcionamento. Esta troca periódica, sempre justificada pelo avanço dos programas de computador, mesmo que estes sejam para executar as mesmas tarefas de sempre, faz aumentar ano a ano, a já assustadora quantidade de lixo eletrônico no Brasil e no mundo. Lixo este, que muitas vezes ainda funciona. A participação do adolescente neste processo vem de encontro aos novos modelos de conscientização humana que leva em conta a o grau de responsabilidade de cada cidadão com o futuro do planete.

Introdução:

É extremamente comum pensar se em investimentos vultosos quando se trata de tecnologia da informação, entretanto, no modelo aqui apresentado este investimento constituise em sua maior parte de boa vontade. O projeto tenciona tornar realidade o acesso público e gratuito à internet em locais como a biblioteca pública, escolas municipais, ou centros comunitários, além de dar suporte à educação em todos os níveis através da democratização do acesso ao conhecimento e ao universo digital. Após dois anos observando o comportamento de jovens entre 18 e 21 anos, percebi que estes jovens em geral não demonstram qualquer interesse na leitura ou no estudo normal, muito menos em desenvolver um projeto para a própria vida, e quando indagados sobre o conteúdo preferido na internet, em sua maioria respondem que utilizam o acesso à internet apenas como meio de lazer, onde encontram pessoas similares, com os mesmos interesses, e a mesma linguagem no Orkut, por exemplo, além de poderem expressar se para esta comunidade. Este é o grande diferencial entre o Orkut e um bom livro. Independente de qualquer discussão sobre qualidade de vonteúdo. vídeo para que os alunos, orientados por professores, possam produzir e editar vídeo digital, criando por exemplo, vídeoaulas como trabalhos extracurriculares.
Pode se desta forma estimular a competição entre escolas, exibindo o material finalizado na própria escola ou na biblioteca municipal tornando o ato de estudar mais dinâmico e prazeroso. Imaginemos o resultado para os próprios jovens de um documentário realizado por eles mesmos sobre gravidez na adolescência, drogas, violência, mercado de trabalho ou qualquer outro assunto, produzido pelos próprios alunos, na linguagem dos próprios alunos, para os próprios alunos. A introdução dos computadores na escola entretanto, não deve alterar demais a rotina das outras disciplinas para não criar um distanciamento entre os professores e os alunos, em outras palavras, o projeto é contrário ao ensino de informática nas escolas. Os cursos de informática convencionais são voltados para o trabalho e não para a formação de pessoas, assim, deve se usar a tecnologia da informação como ferramenta auxiliar às disciplinas escolares. Ou seja, deve se ensinar língua portuguesa no computador, matemática no computador, enfim, todas as disciplinas ensinadas com o uso dos computadores. Outra meta a ser alcançada é o envolvimento da família dos estudantes no projeto, através de cursos ministrados pela própria escola, ou pelos cursos de gestão empresarial ou informática da FATEC, abrindo a escola para toda a comunidade, transformando a escola num pólo de desenvolvimento para todos, aproximando a escola e a universidade da comunidade, aproximando os pais e os alunos, promovendo a inserção no mercado de trabalho através da democratização do conhecimento e da elevação da autoestima dos alunos envolvidos no projeto, já que utilizarão computadores que eles próprios reformaram.

Como o projeto funciona: Através de um mecanismo simples que envolve a renovação do parque computacional de empresas privadas e uma parceria com a Escola Estadual Jose Pereira Éboli, escolas técnicas e a universidade que pode proporcionar os computadores para os projetos de educação tecnológica de um município. Ao invés de descartar os equipamentos como lixo eletrônico, a empresa os entrega à secretaria de educação ou à escola “adotada”. Na escola, duas salas de aula podem ser o bastante para o projeto, onde uma é a oficina onde os próprios alunos recondicionam os equipamentos assistidos por alunos de escolas técnicas ou universidades, e a segunda sala é o laboratório onde os outros alunos terão aulas e farão pesquisas com os computadores. As vídeo aulas, documentários ou curta metragens produzidos pelos alunos serão exibidas nas escolas e nas bibliotecas públicas, onde também haverão computadores(terminais) recondicionados pelos alunos para acesso público gratuito à internet, este artifício visa atrair o jovem novamente para dentro da biblioteca, tornando esta um centro

Conclusão:

Num momento em que a humanidade vive um paradoxo entre conhecimento e realidade, este projeto renova as esperanças a medida em quem trabalha conceitos técnicos e humanos em jovens, que utilizarão esses mecanismos na sua vida e por conseguinte, transferirá a outros.

“A inteligência e o caráter das massas são incomparavelmente inferiores à inteligência e ao caráter dos poucos que produzem algo de valor para a comunidade”. (EINSTEIN, Albert. O pensamento vivo de Einstein. Martin Claret, 1988).

Fonte: http://www.tid.org.br/modules/news/article.php?storyid=644

Artigos solicitados na Disciplina de Segurança de Computadores e alunos que entregaram os resumos

Digital Fears Emerge after Data Siege in Estônia: Laiza, Jorge Mendes, José Roberto
Gonçalves, Rodrigo broca, Cristiane Diniz, Rafael Goncçalves, Anderson Toledo, Yuri
Santos, Daniel Roos, Diogo Oliveira, Raphael Fontes, Claudio Lima, João
Messias, Monique Oliveira, Raphael Barros Miranda, Ulisses Bueno, José Carlos
Aluvino, Reginaldo Siqueira, Rodrigo Vieira.

Identity Theft: Anderson Toledo, Yuri Santos, Claudio Lima, João Messias, Monique
Oliveira, Alan Mocelin, Fernando Baldi, Rodrigo Santos, José Carlos Aluvino,
Reginaldo Siqueira, Rodrigo Vieira, Raphael Barros Miranda, , Ulisses Bueno,
Antonio Carlos Lopes Jr, Diogo Paula,
Daniel Roos, Raphael Fontes, Laiza, Jorge Mendes, José Roberto
Gonçalves,
Fundamental Principles of Network Security: Antonio Carlos Lopes Jr, José Carlos
Aluvino, Reginaldo Siqueira, Rodrigo Vieira, Claudio Lima, Diogo de Paula, João Messias,
Anderson Toledo, Yuri Abreu, Alan Mocelin, Fernando Baldi, Rodrigo Santos,
Daniel Roos, Monique Oliveira, Raphael Fontes, Rapahael Barros Miranda, Ulisses
Bueno

Machines invented for WWW II Code Breaking: Anderson Toledo, Yuri Abreu,  Antonio
Carlos Aluvino, Reginaldo Siqueira
Rodrigues, Rodrigo Vieira Bernardes, Claudio Lima do Prado, João Messias Alves
Silva, Monique Oliveira, Daniel Roos, Raphael Fontes, Antonio Carlos Lopes Jr,
Diogo de Paula, Laiza, Jorge Mendes, José Roberto Gonçalves

Protegendo Redes Wireless: Anderson Toledo, Yuri Abreu, Raphael Miranda,
Ulisses Bueno, Claudio Lima, Diogo de Paula, João Messias, Antonio Carlos Lopes
Jr.,


SQL Injection:
José Carlos Aluvino, Reginaldo Siqueira, Rodrigo Vieira, Daniel Roos,
Monique Oliveira, Raphael Fontes, Anderson Toledo, Yuri Abreu, Antonio Carlos
Lopes Jr, Alan Mocellin, Fernando Baldi, Rodrigo Santos

Postado por: fatecti | Dezembro 2, 2008

Churrasco

Joao, coloca no blog e convida o pessoal de redes, banco e professores. O churras será a partir das 15h00 horas do dia 06/12/2008, a bebida e comida compraremos lá, a partir  das arrecadações.

O endereço é Rua Carijos, 322 - Vila Hepacaré, muito fácil, e só pegar a peixoto, virar a segunda rua após o Gol Mania e vai sempre reto, passa a rodoviaria e segue reto, passando o posto de gasolina e a 1 rua a  esquerda em uma casa amarela e azul toda fechada.
Conto com a presença  de todos!

Obs: meu teclado esta desconfigurado!!! por isso a falta de acento…rssss

(Recado dado)

Por IDG News Service/Estocolmo
Publicada em 24 de novembro de 2008 às 12h12
Atualizada em 24 de novembro de 2008 às 12h26

Estocolmo - Relatório aponta que companhias não estão comprometidas com redução de gases nocivos ao meio ambiente e mostram poucas mudanças.

As gigantes Apple, Dell, Motorola, Microsoft, Nintendo e Samsung não têm mostrado seriedade com as questões climáticas e estão mais atrasadas, de acordo com a última edição do Greenpeace Guide to Greener Electronics.

Muitas companhias continuam mostrando pouco engajamento com as questões climáticas, o que é frustrante, afirmou Mel Francis, defensor do Greenpeace International Climate & Energy.

”Elas estão basicamente atrasadas quanto ao que é necessário para um bom pacote climático. Essas empresas não têm demonstrado real comprometimento com a redução nas emissões de CO2 ou com políticas de lobby para conseguir um bom acordo pós-Kyoto”, disse Francis.

O Greenpeace gostaria de ver mais ações sendo promovidas. “Nós estamos simplesmente pedindo para que essas empresas se tornem líderes climáticos. Eles precisam colocar suas palavras em ação e seguir as afirmações que estão fazendo”, completou.

Existem algumas pequenas exceções: a Fujitsu Siemens Computers, a Philips e a Sharp sustentam o nível de redução de gases nocivos que requerem procedimentos científicos, de acordo com o Greenpeace.

No último Guide to Greener Electronics, o Greenpeace deu pontos para a Philips pelo empenho em fazer reduções absolutas em suas emissões de gases nocivos ao meio ambiente em seus produtos e estoque, bem como a HP.

Tanto a Philips quando a HP demonstraram comprometimento em reduzir as emissões de gases nocivos ao meio ambiente de suas operações. A Nokia fez o mesmo, apontou Francis.

O ranking geral – que é contabilizado pelas políticas de substâncias tóxicas, reciclagem e mudança climática – coloca a Nokia em primeiro lugar, seguida pela Sony Ericsson e pela Toshiba.

A Philips e a HP estão na metade da lista: boas políticas energéticas ainda não são suficientes e elas precisam melhorar o controle de descarte de eletrônicos, afirmou o Greenpeace.

As empresas Motorola, Toshiba e Sharp ganharam boas colocações na lista, enquanto outras companhias como Acer, Dell, HP e Apple caíram no ranking, apesar de continuarem melhorando suas pontuações, devido a uma melhor taxa de emissão de carbono em seus produtos.

Os novos iPods da Apple não contêm PVC e retardantes de chamas à base de bromo, de acordo com o Greenpeace. No geral, as fabricantes de PC precisam melhorar o controle de descarte de eletrônicos.

A Dell e a Acer também precisam reduzir o uso de substâncias tóxicas, apontou o Greenpeace. A Dell perdeu pontos por se afastar do comprometimento em eliminar todo o PVC e os retardantes de chamas à base de bromo até o final de 2009.

A Nintendo permaneceu em último lugar no ranking, embora tenha adotado algumas medidas para remover ou monitorar a presença de alguns aditivos potencialmente tóxicos em plásticos utilizados em seus produtos, afirmou o Greenpeace.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/mercado/2008/11/24/greenpeace-diz-que-empresas-de-ti-ainda-nao-se-comprometeram-com-o-clima/

Por ComputerWorld/EUA
Publicada em 18 de novembro de 2008 às 13h00

Framingham - Apesar das previsões apontarem para o Jaguar, da Cray, Roadrunner se manteve na liderança da Top500 list dos supercomputadores.

O Roadrunner avançou sobre o Jaguar, da Cray e conseguiu se manter no topo da lista dos supercomputadores. A mais recente Top500 list foi anunciada na segunda-feira (18/11).

O Roadrruner fez sua atualização nos últimos meses, e foi capaz de atingir 1.105 petaflops, ou mais de um quatrilhão de cálculos matemáticos por segundo. O Jaguar, segundo colocado, também quebrou a barreira do petaflop com o desempenho de 1.059 petaflops ao executar o aplicativo Linpack.

“Ambas as máquinas têm sistemas com capacidades incríveis” disse Jack Dongarra, co-criador da lista e professor da Universidade do Tennessee.

O Roadrunner é um sistema híbrido que roda 12.960 processadores PowerXCell 8i da IBM e 6.948 processadores dual-core AMD Opteron. Os chips Opteron trabalham com as funções básicas do computador, enquanto o Cell cuida das atividades mais avançadas.

O Jaguar roda 45 mil chips quad-core Opteron, totalizando 180 mil processadores.

Nota-se um grande aumento de velocidade na atual lista Top500 comparada a anterior, feita seis meses atrás. O nível de entrada, ou seja, a capacidade de processamento mínima para se entrar na lista era de 9 teraflops na edição passada e cresceu para 12,64 teraflops neste ano.
Sharon Gaudin, editora do Computerworld, dos EUA.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2008/11/18/ibm-permanece-no-topo-da-lista-dos-supercomputadores-com-o-roadrunner/

Por Pedro Marques, editor assistente do IDG Now!
Publicada em 24 de novembro de 2008 às 07h00

São Paulo - Laurie Wurster, do Gartner, afirma que recessão mundial abre espaço para uso de aplicativos de código aberto nas empresas.

A crise financeira que atinge a economia global pode ser “um catalisador para a adoção dos softwares de código aberto”. Essa é a opinião de Laurie Wurster, pesquisadora de tecnologia e serviços do Gartner, e que recentemente concluiu um amplo estudo sobre a implementação dos softwares baseados em código aberto dentro das empresas de todo o mundo. No total, o levantamento ouviu 274 companhias distribuídas entre Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Rússia, Alemanha, China, Austrália e Índia.

Em entrevista exclusiva ao IDG Now!, a pesquisadora disse que o atual ambiente econômico exige que as empresas procurem maneiras de reduzir seus custos. E o software livre - que tem a premissa de custar nada ou muito pouco, principalmente quando comparado aos aplicativos “fechados” - é uma maneira eficiente de economizar.

Aliás, o estudo conduzido por Laurie mostra que as empresas já estão usando o código aberto, principalmente nos setores de infra-estrutura de tecnologia e para substituir sistemas operacionais. No caso, 63% das empresas consultadas disseram que estão usando sistemas operacionais abertos no lugar de sistemas fechados, principalmente o Windows. No segmento de softwares de infra-estrutura, essa porcentagem chega a 75%.

“A crise financeira acabou impulsionando a adoção do software de código aberto, assim com a bolha das empresas pontocom incentivou a adoção do Linux”, disse a pesquisadora do Gartner. Segundo Laurie, “a primeira leva de adoção do código aberto começou quando a bolha de internet estourou”.

Segundo ela, as corporações economizam mesmo quando precisam comprar tecnologias de código aberto. Como exemplo, ela cita o Red Hat Linux, que tem versões pagas e gratuitas. “Mesmo as versões mais sofisticadas do sistema custam mais barato [que o Windows]. No final, o custo total de propriedade acaba sendo menor”, disse.

Ela também rebateu o argumento de que é preciso ter profissionais altamente treinados - e que costumam cobrar mais caro por hora de trabalho - para adotar o software livre. “Com certeza (a adoção) não é gratuita… e algum treinamento é sempre necessário”, afirmou. Ainda assim, ela acredita que “as companhias conseguem economizar bastante” com as aplicações livres.

Independência
Para Laurie, outros fatores além do econômico devem impulsionar a adoção do software livre nos próximos anos. “Muitos administradores de tecnologia se sentem desconfortáveis em ter toda sua estrutura na mão de apenas um fornecedor”, disse. “Eles querem recuperar um pouco do controle”, e os programas open source são um caminho para isso, no entendimento da pesquisadora.

Além da questão da independência, Laurie acredita que a entrada dos “Millenials” no mercado de trabalho ajudará a aumentar a utilização dos aplicativos abertos. “Esses jovens estão acostumados a trabalhar de uma maneira mais colaborativa, e o software livre permite esse tipo de abordagem.”

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2008/11/24/crise-global-pode-impulsionar-adocao-do-software-livre-no-mundo/

Postado por: fatecti | Novembro 25, 2008

Ferrari utilizará Windows HPC Server 2008

Dica Prof. Guarino

Data: 17/11/2008

A Microsoft lançou o Windows HPC Server 2008, criado para rodar em supercomputadores. A Ferrari usará ele com o Cray CX1.

Normalmente supercomputadores estão restritos a ambientes de pesquisa em instituições do porte de NASA e grandes universidades. Num artigo interessante, a BBC explica como a Ferrari pretende usar o Windows HPC Server 2008 para simular fluxo de ar nos carros e também simular os gases dentro de motores.

O diretor de TI da Ferrari explica que esse tipo de tecnologia os ajuda muito nesse momento de crise econômica porque o produto é bem mais barato que um supercomputador tradicional e permite que a Ferrari continue evoluindo os seus carros de F1.

Fonte: http://www.baboo.com.br/msn08/content.asp?z=300&id=33379


Postado por: fatecti | Novembro 24, 2008

Curso tecnológico é bem aceito no mercado - Max Gehringer

Ontem, domingo (23/11/2008) foi exibida no quadro “Emprego de A à Z” com Max Gehringer do Fantástico a reportagem: “Curso Tecnólogico”. Veja abaixo matéria retirada do site do Fantástico.

Veja o vídeo no Link: http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/1,,MUL872880-15607,00.html

Muita gente pensa que o curso tecnológico é um curso de nível técnico. Não é. Por lei, o curso tecnológico tem nível superior – embora sua duração seja de dois a três anos. Seu objetivo é o de formar especialistas em determinadas áreas.

Especialistas como Amanda de Oliveira. Ela não é médica, nem enfermeira. Mas cuida de vidas. Formada pela Faculdade de Tecnologia de Sorocaba (Fatec), no interior de São Paulo, a jovem de apenas 23 anos é responsável pela manutenção das máquinas de hemodiálise de um hospital da cidade.

“Aos 21 anos, eu estava formada e empregada”, conta a tecnóloga em saúde Amanda de Oliveira.

Os cursos tecnológicos estão atraindo mais interessados a cada ano.

“Mais de 10% dos alunos matriculados em cursos superiores no Brasil já estão fazendo cursos tecnológicos. É uma explosão, realmente. Hoje, estamos passando por um apagão de mão-de-obra. Temos uma falta de profissionais especializados para os próximos anos. O curso tecnológico forma o profissional mais rapidamente para o mercado de trabalho“, diz o especialista em cursos de Tecnologia, Fabiano Caxito.

“Eu queria que o emprego me procurasse, não eu correr atrás de um emprego. E foi o que aconteceu”, conta o tecnólogo em mecânica Leonardo de Carvalho.

Essa é a parte clara da questão. Agora, vamos à zona cinzenta. Muitos tecnólogos reclamam que as empresas, ao selecionar os candidatos, não estão dando ao tecnólogo o mesmo valor que dão ao bacharel.

O professor Fabiano Caxito fez uma pesquisa em 350 empresas de São Paulo para investigar a aceitação do tecnólogo no mercado de trabalho: “Existe ainda um grande desconhecimento por parte do profissional de recursos humanos sobre o que é o curso tecnológico”, aponta.

Na disputa conta um candidato que estudou em uma faculdade convencional, às vezes o tecnólogo sai perdendo.

“Se os dois candidatos não tiverem nenhuma experiência profissional anterior, ainda há uma escolha pelo bacharel”, diz o professor Fabiano Caxito.

O curso de tecnólogo não é recomendável para quem está há muito tempo em uma área e deseja partir para outra área, completamente diferente. Por exemplo: alguém trabalhou sete anos na área financeira e quer fazer um curso de gestão de marketing. Em uma situação assim, o diploma pesará pouco, porque a empresa sempre dará preferência a candidatos com experiência anterior em marketing.

O curso de tecnólogo também não é recomendável para jovens que estejam em dúvida quanto à carreira que desejam seguir. Nesse caso, o curso iria reduzir o leque de opções futuras de emprego. Seria melhor o jovem optar por um curso mais generalista, como economia ou administração.

Mas o curso tecnológico é altamente recomendável para quem já desempenha uma determinada função e deseja saber mais sobre ela. Aí sim o diploma vai se somar à experiência prática e melhorar muito o currículo.

É o caso de Maurício Alves e Eduardo Duarte. Os dois já eram técnicos em mecânica, estavam empregados e resolveram se especializar na Fatec. Hoje, ocupam cargos importantes em uma indústria de autopeças de Sorocaba.

“Sou responsável por uma linha de usinagem dentro da empresa”, conta Maurício Alves.

“Durante o curso, tive a oportunidade de viajar duas vezes para Europa e Canadá. A grande maioria dos meus colegas está empregada. Quem não está em empresa privada, hoje trabalha por conta própria e está muito bem”, comenta Eduardo Duarte.

Finalmente, existem cursos tecnológicos bons e outros não tão bons. Por isso, primeiro, o interessado deve verificar se o curso é reconhecido, no site do Ministério da Educação. Depois, deve avaliar se a instituição de ensino tem renome no mercado de trabalho. Isso também pesa bastante.

“Acho que a aceitação do curso tecnológico vai aumentar muito”, aposta Fabiano Caxito.

“Foi a melhor decisão possível. Eu estava no lugar certo, na hora certa, com o curso certo nas mãos”, avalia a tecnóloga em saúde Amanda de Oliveira.

Em resumo, a diferença entre um curso superior de cinco anos e um curso tecnológico é o tamanho do alvo. No mercado de trabalho, quem faz um curso mais longo poderá mirar em vários setores do alvo. Quem faz o curso tecnológico terá que acertar na mosca.

Para ler a pesquisa completa do professor Fabiano Caxito, clique aqui.

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